segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

domingo, 23 de novembro de 2014


Críticas nos olhares

Todos me olham
Poucos me adoram
Vários julgam
Muitos criticam
Mas, todos me olham,
Olhares que brilham
Olhares que choram
Mas, todos me olham,
Olham porque sou normal
Olham porque sou estranha
Todos me olham,
Quando eu me olho, vejo um grito
O grito que aflora, querendo
A liberdade lá fora
Porque o mundo me olha...

Esther Lisboa Guardiero, 15 anos, 7º período EJA, Escola Municipal Professora Stella Saraiva Peano.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Boa noite,
estão na expectativa? Voltei das ferias essa semana, por isso fiquei sumida!!!
Vou postar uma poesia/crônica das que estão selecionadas para o livro.

Injustiça Policial

Nesta quarta-feira, em que aqui escrevo, quando eu estava voltando do meu curso, me deparei com uma cena que me chamou muito a atenção.
Três policiais estavam seguindo três garotos, mas eles não tinham nada a ver com quem rouba, trafica, ou mata. Os policiais os pararam e deram o famoso “baculejo” nos três, uma perda de tempo, porque eles não tinham nada.
Pensei: enquanto esses policiais ficam aí perdendo tempo com gente inocente, tem muitas pessoas por aí roubando e matando, e eles não fazem nada.

Magdiel Alves Salomão
Aluno do 1º I – E. E. Teotônio Vilela – Anexo Morada Nova.

Depois de ler esse texto, com esse ano de eleição cheio de promessas deixo aqui uma pergunta:
Se realmente os deveres de cada cidadão fossem realizados de forma correta, como seria o Brasil?

Devemos praticar o que é certo! O normal nem sempre é o correto.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Oiii, boa noite!!!

Vamos dar início a divulgação de algumas poesias/crônicas que estarão no livro.


O olhar do outro

Um deficiente tenta olhar o outro de frente E recebe um olhar duvidoso, de medo...
E se revolta.
...

Eu vi um olhar perdido no escuro.

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Ester Dagmar da Silva
Tem 53 anos, 7o período EJA , Escola Municipal Professora Stella Saraiva Peano. 

Insônia

Tic-tac, tic-tac, tic-tac... O relógio está parado no mesmo lugar de sempre, mas os ponteiros vão mudando devagar e ordenadamente, e junto com o passar dos ponteiros, passam-se as horas. O tempo caminha, ora ligeiro, ora lento.
O vento sopra forte agitando as folhas das árvores; o ar frio congela a espinha e arrepia a pele; a noite escura, sem lua e sem estrelas, e o céu coberto por densas e negras nuvens, passam uma sensação de puro horror.
É madrugada e minha velha companheira está ao meu lado, não me esquece por nem um segundo. Faz questão de me vigiar de perto. Quando percebe que estou pegando no sono, ela começa a sussurrar em meu ouvido palavras que arrepiam a alma e congelam o coração; o medo me domina, me faz lembrar dos terríveis sonhos, cheios de monstros, mortes, pânico e terror. Os pesadelos me assombram e mais uma vez o desespero se apodera de mim, e passo mais uma noite em claro, olhos abertos, fixos no teto.
Como sinto raiva dessa companheira; como desejo que apenas nesta madrugada ela me dê um pouco de sossego. Meu corpo implora por descanso; meu cérebro necessita recompor-se e meu espírito clama por paz.
Ah, INSÔNIA! Cruel e ingrata, deixe de tormenta e volte para o lugar de onde veio. Hoje, você querendo ou não, eu irei ter um merecido repouso. Adeus companheira, esta será a última vez que a verei, pois a partir deste momento, irei abandoná-la e dormir... ETERNAMENTE!

Camila Aparecida Rodrigues Motapage6image15712
Aluna do 1o J E.E. Teotônio Vilela - Anexo Morada Nova.


Olhares

De amor, de medo,
de receio, de segredo. Olhar de choro, de alegria, Olhar de criança, de esperança, Olhar de dor, de amor, Olhar de assustada, Olhar de bem grata.

Olhares sofridos, Olhares queridos, Mas nunca esquecidos. Olhares com suspiros, Olhares surpreendidos! Olhares...
Ah, olhares...

Olhar sem brilho é morto. Amor sem olhar é torto. E quantos pecados, somente no olhar...
Ah, olhares... Amores bandidos, Amores perdidos, Até os mais escondidos, conseguem se olhar.
O olhar não se contesta. O amor não se empresta. O olhar se expressa.
E quem não amou?
E quem não olhou?

Então, porque não se olhar? Por que não se gostar?
E talvez até permitir-se amar?


Morrana Monitchelly Freitas Souza
 Tem 15 anos e estuda no 1o ano do Ensino Médio na Escola Estadual do Parque São Jorge.


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Tudo é lindo na natureza

Ao amanhecer olho para o céu vejo o sol.
Ao anoitecer
A lua vai aparecer
As estrelas vão brilhar,

Na floresta tem árvores para todos os pássaros, No rio vejo peixes,
no ar folhas dançam, troncos centenários.

Como é bela a natureza, isso não pode acabar.

Igor Lucas Dos Reis Silvapage8image6752
Tem 16 anos; 7o período EJA; Escola Municipal Professor Ladário Teixeira.



Amizade não rima com ciumeira

Tenho uma amiga lá da escola que é meio grudenta. Ela não quer que eu fale com as outras pessoas. Falo com alguém e ela já fala que se eu continuar, ela não será mais minha amiga. O que eu não entendo é que ela pode conversar com outras pessoas e eu não! Já aconteceu com ela de perder uma amiga (por ser tão grudenta assim) e é capaz de ela também perder outra, que sou eu, porque eu também sou um ser humano. Quero viver livre feito, mas ela me prende e não me solta. Parece que eu sou um pássaro dentro da gaiola, sufocado, sem ar. Acho que as amigas são para a vida toda... mas não feito chiclete.

Vanessa Gomes Andrade
Textos produzidos a partir da narrativa “A pipa e a flor”, de Rubem Alves, por participantes do Projeto Tecnologia Escutatória, em maio de 2014. O Projeto Tecnologia Escutatória é realizado pelo EMCANTAR e Instituto Algar, em parceria com o Programa Transforma, por meio da lei estadual de incentivo à cultura de Minas Gerais. 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Oiii, boa noite!

Tenho boas noticias, já se encontra reservada a OFICINA CULTURAL para lançamento da obra dos alunos do projeto Literatura na Escola: Olhares, em 12 de dezembro de 2014 às 19hs.
Em breve iniciaremos a divulgação das poesias e crônicas, espero que tenham sucesso e dedicação.

 

terça-feira, 27 de maio de 2014

Contação de histórias do Teotônio
Contação de histórias na EE do Parque São Jorge
Contação de histórias na EE do Parque São Jorge
Contação de histórias na EE do Parque São Jorge
Contação de histórias na EE do Parque São Jorge

Contação de histórias do Teotônio


Contação de história no Ladário

Contação de história no Ladário
Contação de história no Transforma

Contação de história no Transforma

Contação de história no Transforma

Contação de história no Transforma
Contação de história no Transforma



sexta-feira, 2 de maio de 2014


Iniciamos as oficinas de contação de histórias na Escola Municipal Stella Saraiva Peano. Os alunos se mostraram animados com o projeto, o qual foi contagiante. A diretora Euclélia, o Prof. Carlos Eurípedes e toda a equipe abraçaram a ideia. A Prof(a). Cleide Nunes fez a abertura e boas vindas com sorteio de livros, em seguida a Prof(a). Lucilaine de Fátima contou duas historinhas com música. A receptividade foi aconchegante, ficamos felizes com o primeiro dia de oficina!

Seguem as datas das próximas oficinas:
06/05/2014 - Algar Transforma
07/05/2014 - E.E. Seis de Junho
08/05/2014 - E.E. Teotônio Vilela
09/05/2014 - E.E. Parque São Jorge

Algumas fotos da primeira oficina:
 Escola Municipal Stella Saraiva Peano - Prof(a). Lucilaine de Fátima 

 Escola Municipal Stella Saraiva Peano


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Boa noite, hoje venho anunciar o início da segunda edição do Projeto Literatura na escola. 

A primeira edição do projeto foi um sucesso. O trabalho dos professores foi essencial na obtenção desse êxito. Entretanto, é importante frisar que nada seria possível sem os nossos alunos (escritores), os quais fizeram um brilhante trabalho na criação das poesias. Tive o privilégio de ter acesso a várias poesias, as quais me encantaram bastante. Estou empolgada para divulgar novos textos, espero que continuem cheios de esperança e dedicação. 


Vou deixar a previsão das datas dos lançamentos:

Lançamento do livro dos alunos nas escolas
Stella       – 24 de novembro
Ladário    – 25 de novembro
Teotônio  – 26 de novembro
São Jorge – 27 de novembro

Lançamento do livro dos alunos de Bosco de Lima na Oficina Cultural
12 de dezembro

Até logo.